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Policial SENHOR DAS ARMAS

Operação desarticula esquema de comércio irregular de armas, prende 10 pessoas e apreende arsenal na Paraíba

Ao todo, cerca de 100 policiais civis participaram da operação, que resultou no cumprimento de 8 mandados de prisão e 15 mandados de busca e apreensão. Além disso, duas pessoas foram presas em flagrante, totalizando 10 prisões.

17/04/2026 às 07h39 Atualizada em 19/04/2026 às 05h59
Por: Humberto Vital Fonte: Assessoria/PCPB
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Foto: Divulgação/Polícia Civil
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), a Operação Senhor das Armas, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida no comércio ilegal de armas de fogo no estado.

A ação foi coordenada pela Delegacia de Combate à Circulação e Comércio Ilegal de Armas de Fogo, Munições e Explosivos (DESARME), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO), e contou com o apoio de diversas unidades especializadas, como a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), o Grupo de Operações Especiais (GOE), o Canil da Polícia Civil e a UNINTELPOL.

Ao todo, cerca de 100 policiais civis participaram da operação, que resultou no cumprimento de 8 mandados de prisão e 15 mandados de busca e apreensão. Além disso, duas pessoas foram presas em flagrante, totalizando 10 prisões.

Durante as diligências, os investigadores apreenderam 22 armas de fogo de diversos calibres e aproximadamente 3.500 munições. Todo o material recolhido será submetido à perícia para aprofundamento das investigações.

Segundo a Polícia Civil, foi identificada a atuação de um grupo criminoso estruturado, responsável pela compra, adulteração, transporte e comercialização clandestina de armas. As investigações apontam ainda que o esquema abastecia integrantes de facções criminosas atuantes na Paraíba.

A organização possuía divisão de funções entre seus membros, incluindo responsáveis pela intermediação das vendas, transporte ilegal, adulteração dos armamentos e articulação com grupos interessados na aquisição do material.

Os investigados poderão responder por crimes como comércio ilegal de arma de fogo, organização criminosa e adulteração de sinal identificador de armamento, com penas que podem ultrapassar dez anos de prisão.

A operação integra o cronograma da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (RENORCRIM), coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com foco no combate qualificado ao crime organizado em todo o país.

As investigações continuam e novas fases da operação não estão descartadas.

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