
O ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes foi preso nesta terça-feira, 3, por agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Ele desembarcou no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, de uma viagem aos Estados Unidos, e pretendia seguir viagem de carro ao Rio. As apurações têm como um dos focos os investimentos realizados no Banco Master.
O voo de Deivis previa conexão em Guarulhos com destino ao Aeroporto do Galeão, no Rio. Ele, porém, não compareceu ao embarque. Em vez disso, alugou um carro e seguiu pela Rodovia Dutra. Em uma operação coordenada pela Polícia Federal e pela Polícia Rodoviária Federal, acabou preso em Itatiaia, já no estado do Rio de Janeiro, a cerca de 200 quilômetros de São Paulo. Deivis deixou Guarulhos de carro por volta das 7h e foi preso às 9h pelos federais.
Deivis havia deixado a direção do fundo em 23 de janeiro, após a Operação Barco de Papel, da Polícia Federal, que apura suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de recursos e corrupção envolvendo o sistema previdenciário dos servidores do Estado do Rio.
Durante a gestão de Deivis e de outros dois ex-diretores, o Rioprevidência aplicou cerca de R$ 1 bilhão em letras financeiras do Banco Master, modalidade considerada de alto risco e que não possui a proteção do Fundo Garantidor de Créditos.
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