
O assassinato de Arthur, 11 anos, criança autista e com deficiência visual que chocou a Paraíba e ganhou repercussão nacional, ganhou mais um capítulo ontem (03), quando delegado Bruno Victor responsável pelo caso falou à imprensa destacando que a morte da criança causada pelo pai Davi Piazza Pinto, que viajou de Florianópolis para João Pessoa e, após passar alguns dias com o filho, matou o filho asfixiado teria como causa uma pensão de R$ 1.800 que o acusado se recusava a pagar.
“Ele ligou para a PM no 190, junto com a mãe para se entregar aí a polícia foi até á a casa dele e chegando lá, ele explicou que tinha matado a criança no apartamento e sem vida o levou e enterrou a motivação: pensão alimentícia, pois estava sufocado com dividas e decidiu vir para cá, matar o menino e se livrar da obrigação financeira de pagar a pensão”, disse o delegado que ao ser questionado sobre o valor da pensão, o mesmo alegou de ser de R$1.800.
O delegado ainda respondeu que o tempo e possibilidade do acusado vir a cumprir prisão na Paraíba dependera do Tribunal de Justiça e do Mistério Público. “Eles que vão decidir se vão transferir o tribunal do júri para cá, mas como ocorreu tudo aqui, creio que vão pedir a transferência do preso para cá”, afirmou Bruno Victor.

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