
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), revogou nesta quarta-feira (7) os atos que permitiam que líderes de partidos integrantes de blocos parlamentares exercessem prerrogativas regimentais, como apresentação de destaques e requerimentos de obstrução. A decisão atinge diretamente os partidos que compõem o “blocão”, grupo de 16 legendas que sustentou a eleição de Motta à presidência da Casa.
A mudança afeta principalmente o PL, que vinha usando instrumentos regimentais para tentar obstruir votações como forma de pressionar o presidente da Câmara a pautar o projeto de anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A decisão também tem impacto nas articulações para barrar a tramitação de projetos como a sustação da ação penal contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), réu no Supremo Tribunal Federal por suposto envolvimento em tentativa de golpe.
A nova regra estabelece que apenas o líder do bloco parlamentar poderá exercer prerrogativas regimentais, como apresentação de destaques e requerimentos de adiamento de discussão. Com isso, líderes de partidos que integram o “blocão” ficam impedidos de atuar isoladamente em estratégias de obstrução.
“Esta Presidência, por liberalidade, editou atos permitindo que líderes de partidos que constituem blocos pudessem exercer certas prerrogativas regimentais, mormente aquelas relacionadas à apresentação de proposições. Com base nesses atos, foi respondida questão de ordem, permitindo que esses mesmos líderes apresentem destaques. Não obstante, ante a presente questão de ordem, decido pela revogação dos referidos atos. Assim, desde já, fica absolutamente vedado o exercício de qualquer prerrogativa de Líder partidário que se constitua bloco parlamentar, nos restritos termos regimentais”, declarou Motta em resposta a uma questão de ordem do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS).
A revogação reacendeu discussões internas sobre a permanência do “blocão”. Há expectativa de que partidos comecem a abandonar o grupo, o que devolveria aos líderes individuais suas prerrogativas regimentais.
Atualmente, o bloco é formado por PL; Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV); União Brasil; PP; PSD; MDB; Republicanos; PDT; Federação PSDB-Cidadania; PSB; Podemos; Avante; e PRD. Apenas PSOL e Novo ficaram de fora do agrupamento ao não apoiarem a eleição de Hugo Motta.
MURILO EM CUMARU Em Cumaru, Murilo Galdino participa de homenagem ao Dia das Mães ao lado do prefeito Tota Guedes
MURILO BARRA S. ROSA Murilo Galdino ganha reforço de peso em Barra de Santa Rosa com apoio do grupo de Neto, Alex e lideranças
PT APOIA LUCAS, MAS. Na Paraíba, Edinho Silva confirma apoio do PT a Lucas e pontua que Lula fechou questão no apoio ao Senado: “Nunca se omitiu”
APOIO MAIS DIFÍCIL Leo Bezerra diz que o apoio a João Azevêdo não depende mais dele, mas do grupo político
MURILO COM MINISTRO Murilo Galdino participa de reunião com governador Lucas Ribeiro e ministro Waldez Góes para discutir impactos das chuvas na Paraíba
PROCESSO ARQUIVADO TRE-PB nega cassação de Cícero Lucena e Léo Bezerra em decisão unânime
MURILO NO POEIRÃO Murilo Galdino marca presença no Poeirão de Itaporanga, enaltecendo o poder da tradição esportiva na região
FIM DA ESCALA 6X1 Hugo Motta articula aprovação da escala 6×1 em maio e destaca: “não ficaremos apenas no discurso”
MURILO VISITA O VALE Murilo Galdino cumpre agenda de trabalho no interior do estado, e entrega trator para agricultores de Boa Ventura Mín. 20° Máx. 32°

