O governo brasileiro refutou as acusações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o país falhou no combate ao crime organizado.
O Ministério da Justiça destacou a aprovação da Lei Antifacção; operações com prejuízos bilionários ao narcotráfico e lembrou que o presidente Lula entregou propostas formais de cooperação em Washington que continuam sem resposta da Casa Branca.
O texto classifica os grupos brasileiros como organizações terroristas internacionais e cobra medidas enérgicas e imediatas de Brasília para confrontar e derrotar as facções antes de nova expansão externa.
Apesar dos ataques narrativos, o Brasil não foi incluído na relação formal de 23 países classificados pelos Estados Unidos como principais centros produtores ou de trânsito de drogas ilícitas.
A diplomacia brasileira ressaltou que as críticas têm caráter meramente circunstancial, sem validade dispositiva para impor sanções econômicas ou comerciais automáticas contra o país na legislação americana.
Durante um comício perto de Brasília, o presidente Lula acusou o ex-deputado Eduardo Bolsonaro de tramar contra o país, em parceria com o irmão Flávio.